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Tudo sobre a Calvície

CALVÍCIE

 

O assunto preocupa mais os homens, e não por acaso. A estimativa é de que a calvície atinja 10% deles entre os 20 e 30 anos e que, de cada dez homens com menos de 70 anos, oito apresentem predisposição como fator hereditário.

 

A OMS (Organização Mundial de Saúde) diz: metade da população masculina do planeta terá algum grau da disfunção até os 50 anos. A culpa é da testosterona, hormônio sexual masculino, a maior responsável pela queda do cabelo. As mulheres também a produzem, mas em quantidade muito menor.

 

Embora as mulheres estejam mais protegidas, é bom considerar que, devido a estresse e outros fatores, tem uma perspectiva de aumento de 10% ao ano no número de casos de diminuição de fios, embora não possa ser chamado de calvície, pois se trata de uma rarefação capilar, já mostra que a diminuição dos cabelos é um fantasma futuro para o público feminino.

 

A alopecia androgenética de padrão masculino, a queda se dá nas entradas e no vértex (parte superior da cabeça, o ‘cocoruto’); e a alopecia androgenética de padrão feminino, a rarefação é no topo e na região da coroa, sem perda na área frontal.

 

Existem, ainda, as alopecias inflamatórias, como a areata, que são de origem autoimune, ou seja, o próprio organismo destrói os folículos capilares. 

 

Também é preciso diferenciar calvície de queda de cabelo: a primeira tem origem genética, enquanto a segunda é um problema multifatorial, ou seja, motivado por várias condições, como genética, hormônios, fumo, álcool, sono de baixa qualidade, estresse, excesso de processos químicos – tinturas, descolorantes, alisantes – anemia e faltas nutricionais de ferro e até exagero na manipulação física do cabelo em penteados que causam tração.

 

Já a calvície é poligênica, isto é, há vários genes envolvidos no processo, vindos dos pais (tanto do pai quanto da mãe) ou avós.

 

Para reverter o quadro, é bom procurar tratamento logo que os primeiros sinais de calvície apareçam. Acredita-se que um quarto das pessoas começa a perder os fios antes dos 25 anos e há casos prematuros de pacientes que sentem o problema já aos 15 anos ou no final da adolescência.

 

Felizmente, por meio de uma análise do histórico familiar e outros exames, como o da taxa de hormônios masculinos, é possível diagnosticar o tipo de calvície e indicar o melhor tratamento para impedir a queda.

 

Dra. Lívia Gussen

Dermatologista – CRM 51113

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